segunda-feira, 31 de maio de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

London calling (II)

Londres está cheia de elefantes. Depois da febre das vacas, a Elephant Parade começa a tomar conta da cidade. Fotografei mais de 40. Outra "amostra" segue dentro de dias!

* em frente ao belíssimo Dorchester Hotel, em Park Lane.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A porta fechada

Ainda há menos de um mês lhe disse que não. Um não definitivo, embora haja uma ou outra palavra que ela nunca conseguiu ouvir. A verdade é que está agora a bater-me à porta, e tive sorte, mesmo assim, porque tenho as luzes apagadas por causa de uma dor de cabeça, e por isso acho que ela não deve ter a certeza se estarei ou não em casa. Mas insiste, do outro lado da porta, ofegante. Quase sinto a sua respiração. Se ela me visse agora... Estou encostado à porta de casa, ouvido colado à madeira que nos separa. Acabou de tocar outra vez, mecanicamente. Primeiro à campainha, depois três pancadas leves, à altura do rosto. Eu permaneço quieto, calado, quase sem pestanejar. Sei a razão do que faço. Há portas que nunca se devem abrir segunda vez.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

London calling (I)

Desta vez foi Londres o local visitado.
Uma Londres quase tórrida, ensolarada ao ponto de proporcionar "quase escaldões"!

domingo, 23 de maio de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Poema

Não é por ver-te nua que te desejo
o desejo não se veste assim
da pele que descobres
mesmo que depois
me vista nela

A nudez que tens
quando vestida
é que adorna esse desejo
e se torna pele
sempre despida

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Três mulheres

O que a imaginação dá, a realidade tira. Também o mesmo acontece com os sonhos e muitos outros prazeres equivalentes. Quem não sabe do que somos capazes, quando nos perdemos no afogar dos dias? Eu sei. Sempre soube. Tive três mulheres na minha vida e senti-me incapaz de a viver. Imaginei um fim que sabia ser perfeito. Um fim onde a loucura de as amar fosse imensa e esmagadora. Acabei por perdê-las, porque nelas me perdi. É que há caminhos que não se percorrem, rios que não se atravessam, memórias que nos engolem.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Poema

Há sempre um espaço em branco
linha de um qualquer caminho
à margem da margem do destino

Escrever é sempre um peso imenso
e um percurso sempre aquém do que imagino

terça-feira, 11 de maio de 2010

Poema

a música ouve-se
por dentro
por fora
no sofá da sala
os sons
proliferam
vibram nas paredes
por dentro
por fora
no acolhimento
de um som que me fala
minutos imensos
minutos de gala
dos sons que se agitam
por dentro
por fora
sem silenciamento
sem constrangimento
de sonhos que existem
por dentro
por fora
como este que agora
no silêncio estala
e eu sem demora
de olhos fechados
por dentro
por fora
no sofá da sala

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Cinema Português

Como Desenhar Um Círculo Perfeito é o novo filme de Marco Martins. O realizador do perturbador Alice está de volta. Eu quero muito ver este filme.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Fritz-Kola (ainda as recordações de Hamburgo)


Fritz-Kola é um refrigerante criado em Hamburgo (2003), por Lorenz Hampl (à esq. no logo acima) e Mirco Wiegert (à dir.). É a soft-drink com mais índice de cafeína que existe na Alemanha (25ml / 100ml), o máximo que a lei desse país permite. A marca tem outros produtos para além da Kola, as chamadas Fritz-Limo, bebidas com sabores a melão, a maçã, cereja e maçã, etc. Eu, no último dia de Hamburgo, bebi uma Fritz-Kola, e fiquei satisfeito com o seu sabor pouco doce. Uma espécie de refrigerante para adultos. Sehr Gut!


Eu e a minha Fritz-Kola (antes e depois).

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Poema

Calar-me para sempre!

Há sempre um certo fascínio
na arte de não dizer
desafiando a eternidade!

domingo, 2 de maio de 2010

Jogar para quê? (II)

Põe-te direita,
que assim distrais-me e depois perdemos!

* Jane Fonda, a eterna Barbarella de Vadim.