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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Fim de férias


Estive de férias com os Joy Division 
(mais interessante a companhia, do que o tempo verbal utilizado)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Londres, uma vez mais (IV)


Uma preciosidade! Em Covent Garden, esta dupla conversava, enquanto eram filmados para alguma cadeia televisiva (suponho eu). Reparem nos pormenores das roupas, no ar dos dois antiques. A imagem fala por si.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Londres, uma vez mais (II)


I'm not a mod! Mas, na verdade, algo sempre me fascinou nessa cultura so british. No Soho vivemos esse espírito, pelo que na imagem não importa outra facto, que não o espírito da coisa.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Londres, uma vez mais (I)


From London with Love!

Desta vez com a família. Quatro dias muito bons, mas que souberam a pouco. Londres e nós. E agora, que tudo acabou, Londres em nós.

domingo, 30 de março de 2014

Na Bélgica (VII)


(onde há um menino atrevido e sem vergonha,



tem de haver uma menina a condizer)

Manneken Pis e Janneken Pis

quinta-feira, 27 de março de 2014

Na Bélgica (VI)


Última paragem: Bruxelas. A cidade não tem grande beleza. Não fosse a deslumbrante praça central, e não deixaria grandes recordações. Muita gente (mas não demasiada, ao ponto de incomodar), muita simpatia por parte de toda a gente, contrariando o que sempre fui ouvindo a propósito dos humores dos belgas. Os últimos três dias foram passados por aqui...

segunda-feira, 24 de março de 2014

Na Bélgica (V)


Um dos grandes momentos da viagem. Beber esta Garre foi um acontecimento (obrigado, Dick), mesmo sabendo que não se deve abusar do precioso líquido. É que 11 graus de volume deixa as suas marcas. Como não pode prová-la, repare na belíssima cor. Ah, prazer supremo!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Na Bélgica (IV)


A "Veneza do Norte", como lhe chamam. Achei um exagero, confesso. Bruges não precisa de aproximação à cidade italiana. Tem o seu encanto próprio por entre canais e terra firme.  

terça-feira, 18 de março de 2014

Na Bélgica (III)


Bruges é outra coisa! Linda, parece uma cidade de brincar, com cavalos e carroças. Passear pelos caminhos de Bruges é sempre uma festa. O céu estava limpo (esteve sempre, aliás) e o frio era muito pouco. Os melhores dias foram aqui.

sábado, 15 de março de 2014

Na Bélgica (II)


Ainda em Gent. Esta magnífica construção, assim que a vi, fez-me lembrar de outros tempos. Era miúdo, e na RTP passava uma série que me fascinou. Chamava-se Les Galapiats (Os Pequenos Vagabundos) e este castelo trouxe-me a memória dessas aventuras vividas na tv. Lembrei-me de Béatrice Marcillac (a personagem Marion), e dos suspiros que dei por ela.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Na Bélgica (I)


A primeira paragem foi em Gent. Bonita cidade, pessoas simpáticas,e cervejas, muitas cervejas. Le petit éléphant rose sempre a pairar por cima de mim.

domingo, 26 de janeiro de 2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (III)


As casas típicas da Costa Nova continuam a ter muito encanto. Viradas para a Ria de Aveiro, lá estão elas a dar cor aos dias cinzentos. Gostava de passar uma noite numa delas. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (II)


Depois, seguiu-se Aveiro. Bonito, sobretudo o centro. O exagero de ser a nossa "pequena Veneza" é apenas isso: um exagero que não levamos a mal. 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (I)


O fado (destino) levou-nos a Coimbra. E para além do centro da cidade, e de uma ou outra imagem, Coimbra (já) não tem o encanto das canções, nem mesmo "na hora da despedida"

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A noite de Thais Gulin


  


Ontem foi a segunda vez que vi ao vivo um show de Thais Gulin. A primeira havia sido em maio, no Espaço Brasil, na Semana Jóias da MPB, em que a cantora do Paraná dividiu a noite com a carioca Nina Becker. Em ambas as ocasiões, a mesma ideia permaneceu: Thais é uma artista em fomação. Para mim, que ganho a vida a dar aulas e a formar professores, a expressão em itálico é-me particularmente querida, porque nisso se vê claramente, e muitas vezes em embrião, algo que sabemos ser de enorme qualidade. Esse é, uma vez mais, o caso. Thais Gulin tem apenas dois discos de originais, e talvez essa seja a razão de nos ter dado, ontem, um show tão curto. Em pouco mais de 50 minutos, sem contar com os dois breves encores, Thais Gulin mostrou-se ao pouco público da Sala TMN (que a recebeu muito calorosamente, note-se) revelando presença personalizada, profissionalismo, simpatia e agrado em partilhar connosco a noite chuvosa lá de fora. Mas também revelou alguma timidez, algum nervosismo, que o seu ar de menina nem sequer tentou disfarçar. Antes assim. Foi mais sincero, o show. E foi bom, sem margem para dúvidas. Antes ainda do concerto começar, um dos momentos altos da noite aconteceu. Poucos deram por ele, tão distraído estava o público em conversas de copo na mão. Acompanhado por alguém que desconheço, o enorme Milton Nascimento entrou na sala, tranquilamente, e sem que qualquer aparato tivesse sido gerado. Parecia um comum mortal, e não a mega estrela que sabemos ser. Ver um ídolo de sempre passar a poucos metros de distância, mesmo que já tenha tido a oportunidade de falar com ele e de o cumprimentar efusivamente, mexe com qualquer pessoa, daí o registo desse acontecimento nestas linhas. Parece estar em boa forma, o bom e velho Milton, que se encontra em Lisboa para apresentar o show dos 50 anos de carreira, no Coliseu dos Recreios, no próximo sábado. Lá estarei, assim o desejo se concretize, para neste mesmo sítio vos dar conta de tudo. Mas vamos ao concerto da noite, então?
O concerto começou forte, com duas ou três canções de rajada, todas elas dignas de registo. "Ali Sim, Alice", canção que Tom Zé fez para Gulin (com direito a uma pequena história introdutória e explicativa da forma como a canção surgiu), revelou-se imensa pelos ares da sala, porque na verdade ela tem o toque de génio que o cantor e compositor de Irará costuma dar aos seus trabalhos. A música é divinal, e a letra um primor. Os versos cantados levam-nos de imediato para o universo aliciano de Lewis Carroll. "Água", do também grande Kassin, entrou de rompante, no seu ritmo (quase) frenético, e o público acompanhou, cantando o "pá, pá, pá, pá" do refrão. A versão que Gulin canta não tem a força da versão original (presente no disco Futurismo, de Kassin + 2), mas é muito equivalente à boa versão que o mestre Caetano levou ao palco no seu show Zii e Zie. Seguiu-se a velhinha "Little Boxes", de Malvina Reynolds, que o público português talvez conheça, uma vez que foi usada como tema de abertura da maravilhosa série televisiva Weeds, portagonizada pela ainda mais maravilhosa Mary-Louise Parker. A língua inglesa não desapareceu, e o que se ouviu a seguir terá deixado algo espantado o público menos atento, uma vez que Thais Gulin cantou "Alabama Song (Whisky Bar)", dos The Doors. A dupla Roberto e Erasmo Carlos também estiveram presentes com "Cama e Mesa", numa versão mais roqueira do que a original, e a interação com o público não se fez esperar. A plateia sabia a canção de cor, e cantou-a com Gulin, que na sua delicada e entusiasmante timidez, se mostrou feliz pela comunhão das vozes do público com a sua. "Hotel das Estrelas", de Jards Macalé e Duda Machado, foi outro grande momento do show, assim como a saudosa "Augusta, Angélica e Consolação", de Tom Zé. Era desta forma que terminava o show que Thais Gulin nos tinha reservado. Muitas palmas, assobios, pés no chão, e Thais voltava sozinha para interpretar, à capela, o tema título do seu segundo disco. Não foi brilhante, diga-se. Mas seguiu-se a assombrosa "Cinema Americano" (uma das duas canções que repetiu, embora com novidades pelo meio, através de citações várias), canção de Rodrigo Bittencourt presente no muito bom ôÕÔôôÔôÔ, de 2011. Um segundo e também breve encore fechou definitivamente o concerto. Lá fora ainda chovia. Para condizer com a noite escura, na Sala TMN já nenhuma estrela brilhava. 


* texto de reportagem para o site Altamont, que poderá ser visto (com mais fotos) ainda hoje, aqui.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Moleskine virtual


Acontece que, recentemente, tenho usado o tablet Samsung Galaxy Note 10.1 como ferramenta de trabalho, e diversão (talvez nem tanto por esta ordem, confesso). Não sou de descarregar muitas aplicações, pouco sou de jogos e brincadeiras afins, mas um ou outro produto têm-me deixado surpreso e muito satisfeito. Um deles é a app Moleskine. Um assombro de beleza e funcionalidade! Anda comigo para todo o lado, e uso-a com a frequência que a ocasião proporcionar. Estou encantado! E recomendo vivamente.