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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Um novo começo

Começa daqui a algumas horas, e agora de forma ainda mais séria, um novo ano letivo. O regresso às aulas faz com que tudo volte à estaca zero. Professores e alunos partem mais pobres, por inúmeras razões que todos conhecemos, mas que não importa agora referir. Resta-me uma pálida esperança em dias melhores, visto que os professores e alunos que conheço são, na sua grande maioria, gente que não se conforma e tudo fará, mesmo com alguma tristeza devido ao momento presente, para fazer de Portugal um destino melhor do que aquele que conhecemos atualmente. E se a mudança pode estar nas nossas mãos, então façamos o que sabemos fazer melhor, e vamos ao trabalho. Os nossos alunos esperam por nós, e nós esperamos muito deles. Até já!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Iconicamente, Bowie!


Este é mais um dos vários pictogramas que Viktor Hertz fez sobre artistas conhecidos, como é o caso de David Bowie. O conceito é simples: cada desenho representa uma canção do grande camaleão da pop. Por exemplo, no canto superior esquerdo podemos perceber que a imagem da rapariga em tons vermelhos nos remete para China Girl. Simples, não é verdade? Mas será mesmo assim? Aqui fica o desafio, para quem conhecer a obra de Bowie.

* clique na imagem para ver melhor.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Arte em Pärlplattor (III)


E como não há duas sem três, aqui fica o último desafio: que disco é sugerido nesta imagem? Deixe a resposta nos comentários.

* Pärlplattor é a expressão sueca que designa a arte de construir imagens com pequenos tubos de plástico sobre uma tela.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Arte em Pärlplattor (II)


Pode ser que agora seja mais fácil! Novo desafio: que capa de disco é evocada nesta imagem? Deixe mensagem nos comentários, please.

* Pärlplattor é a expressão sueca que designa a arte de construir imagens com pequenos tubos de plástico sobre uma tela.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Arte em Pärlplattor (I)


Há muito que não desafiava os leitores do I Blog Your Pardon! Faço-o agora, pedindo que as respostas sejam deixadas nos comentários deste post. A pergunta é simples: que capa de disco é sugerida nesta imagem?

* Pärlplattor é a expressão sueca que designa a arte de construir imagens com pequenos tubos de plástico sobre uma tela.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Jogar para quê? (I)

Desisto! Tens os trunfos todos!

* Quem é a jogadora da fotografia? Alguém arrisca um nome?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Desafio

Esta é a capa do novo disco de um músico muito referido e adorado pelo autor deste blog. Alguém consegue adivinhar? Oferecem-se recompensas ;-)

sábado, 12 de setembro de 2009

??????

Alguém sabe quem são estas seis figuras?

* deixem as vossas respostas nos comentários, please!

sábado, 4 de abril de 2009

Pedido

Com o poema do post anterior, cheguei ao interessante número de 350 poemas publicados neste blog! E por vezes, pergunto-me se aqueles que os lêem, têm algum de que gostem particularmente. Gostaria muito de saber Quem escolhe Que poema. Será que é pedir muito? Uma caixa de comentários com algumas das vossas escolhas seria magnífico. Obrigado!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

O mundo começou em 1967

Nasci em 1967, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique. Foi, falo por mim, um ano importante. Mas não apenas por ter nascido. Nas áreas da cultura (música, filmes, livros) o ano foi de estalo. A saber:

* na música:

The Beatles: Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Pink Floyd:
The Piper At The Gates Of Dawn
The Rolling Stones:
Their Satanic Majesties Request
The Velvet Underground:
The Velvet Underground and Nico
Caetano Veloso: Caetano Veloso

** no cinema:

Luis Buñuel - Belle de Jour
Jean-Luc Godard - Weekend
Arthur Hiller Penn - Bonnie and Clyde
Glauber Rocha - Terra em Transe

*** na literatura:

Gabriel García Márquez - Cem Anos de Solidão

Escolhi 10 exemplos que todos conhecem, certamente. E o desafio fica lançado: que outro ano (o do vosso nascimento, já se sabe) pode bater-se com o ano de 1967? Vá, mostrem lá a vossa colheita...

# todas as obras referidas (a cores) estão com um link para poderem "vê-las".

## Será que poderei contar com as participações de A Traição de Wendy, A Caixinha dos Meus Botões, As Partes do Todo, Em Bicos de Pés, Homo Zappiens, My Crazy Little World, RedJan, Meia Laranja Inteira, Coisas Parvas e quem mais achar que pode ir à luta com o ano de 1967?

domingo, 1 de junho de 2008

I Blog Your Pardon

Este blog faz um ano no próximo dia 12. Um ano é já uma idade decente para um blog. Daí que me tenha lembrado de vos propor este desafio: no espaço dos comentários deste post podem escrever uma frase (até 10 palavras) sobre o que pensam do I Blog Your Pardon. De todas as frases que aparecerem, escolherei uma como sendo a vencedora. E, como acontece a quem vence alguma coisa, terá direito a prémio. Um bom prémio, posso garantir-vos. Todos podem deixar o seu comentário até dia 11. No dia do primeiro aniversário deste blog o vencedor e o prémio serão revelados. Até lá, fico ansiosamente esperando.

* até ao dia 12 de Junho, todos os textos que aqui vier a escrever terão uma chamada de atenção para este post.

domingo, 18 de maio de 2008

I wanna throw up...

Um convite da Sofia não se pode recusar. Por isso mesmo aqui estão os meus seis ódios de estimação:

1. Futebol Clube do Porto - por causa do Costa que por lá anda.

2. Eduardo Sá (psicólogo) - porque a voz e a pose fazem-me comichão em sítios inconfessáveis.

3. Francisco Louçã - porque parece um padreco com um insuportável tom paternalista.

4. José Rodrigues dos Santos - porque sempre que pisca o olho acha que tem mais charme do que o Brad Pitt.

5. Odete Santos - tenho mesmo de explicar porquê?

6. Os programas da manhã da RTP, SIC e TVI - porque parecem feitos para pessoas mentecaptas e, afinal, são feitos por pessoas mentecaptas.

* é claro que a lista teria outros contornos se a extensão permitida fosse outra.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Guilty Pleasures

Os ingleses têm uma expressão para isto: Guilty Pleasures. Ou seja, algo de que gostamos embora tenhamos alguma vergonha em admiti-lo...
E é isso que proponho: uma lista de guilty pleasures (10 parece-me um número interessante como referência). Vale tudo, livros, discos, filmes, qualquer coisa serve, desde que gostemos e nos envergonhemos um pouco desse gosto, ao mesmo tempo.

Quem aceita o desafio de passar uma vergonha em público? Eu proponho a participação dos suspeitos do costume, mais uma ou outra aquisição recente. Vamos a isto? Eu começo:

* Mike Oldfield - Tubular Bells

* Duran Duran - Rio (o segundo disco da banda, embora ao primeiro também lhe pisque o olho)

* Kim Wilde - os dois primeiros discos (Kim Wilde - que tinha Kids In America; e Select)

* Pulseiras de pano coloridas do Senhor do Bonfim

* Crachás - daqueles que se põem nos blusões de ganga

* Os filmes do pior realizador da história do cinema (Ed Wood) - como por exemplo, Plan 9 FromOuter Space

* Hair - o filme de Milos Forman e a respectiva banda sonora

* Comer / beber alimentos coloridos, como gelados azuis, por exemplo

* Heidi e Marco - tenho um certo fascínio pelas respectivas histórias dessas personagens

* Gostar mais de gomas e de refrigerantes do que qualquer um dos meus filhos


E pronto! Agora podem rir-se à gargalhada...

Será que poderei contar com as participações de A Traição de Wendy, A Caixinha dos Meus Botões, As Partes do Todo, Em Bicos de Pés, Homo Zappiens, Just- a-Lazy-Cat, Meia Laranja Inteira, My Crazy Little World, Red Jan, Ideias e Bocados, Zoo, Magoonífico e Blue Eyes?

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Agora os nossos (som, escrita, imagem)

Sou do tempo do boom do Rock Português. Quando esse tempo me atingiu, não lhe dei muita importância. Entre dois ou três discos curiosos, um ficará para a história. Para a minha e para a outra também, certamente. O primeiro longa duração dos GNR trazia consigo um misto de rock-pop-indie que o colocava bem à frente de tudo o que por cá se fazia. Aquela faixa de quase meia hora (todo o lado B do vinil) dizia tudo sobre a vontade de inovar. Independança é a minha óbvia escolha!

António Lobo Antunes, quem mais poderia eu escolher? Foi muito difícil escolher um livro da sua já longa obra, mas A Morte de Carlos Gardel foi o eleito. É um livro seco, sobre a morte de um rapaz, sobre aqueles que são incapazes de amar, sobre as suas fraquezas... E descobrimos que esses, os incapazes, também podemos ser nós. A páginas tantas, uma personagem de nome Joaquim atira a seguinte frase: "Deus me livre de gostar das pessoas." E nisto se resume esta obra-prima da literatura portuguesa.

O cinema português é, na minha opinião, muito mais interessante do que por aí se diz. Isto digo eu, que nada percebo de cinema. Mas Kilas, o Mau da Fita, parece-me uma obra incontornável. Como resistir ao "chuleco", ao "malandro" que punha todas as suas meninas a render para sustentar a Madrinha? José Fonseca e Costa realizou um excelente filme e contou com a soberba interpretação de Mário Viegas (o Kilas do filme). Só os nomes das personagens dizem bem do delírio da obra: Pepsi-Rita, Lily-Bobó, Palito La Reine, entre outros. A cena da violação da Ana (Paula Guedes) é antológica.

* ainda hoje não existe em dvd, o que não se compreende de todo!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Agora em Português: disco, livro, filme.

Pois é, meninos e meninas: andei em conferência com o Artur (do blog As Partes do Todo) e chegámos à conclusão que era giro fazermos de novo as escolhas (Disco, Livro e Filme), mas desta vez só com portugueses. Eu alinho. O Artur também.
Não nos vão deixar os dois sozinhos, pois não? Então aqui vai de novo a lista dos convidados:

A Traição de Wendy, A Caixinha dos Meus Botões, As Partes do Todo, Em Bicos de Pés, Homo Zappiens, Just- a-Lazy-Cat, Meia Laranja Inteira, My Crazy Little World, Red Jan, Ideias e Bocados, e Zoo.

Estou mesmo curioso!!!

*as regras e as datas podem ser as mesmas, ok?

Disco, livro, filme...

Eat To The Beat foi o primeiro disco que comprei em toda a minha vida. Tinha 13 anos e fez-me perceber que a música era extraordinariamente importante para mim. E que música e sedução são almas gémeas. Os Blondie reinaram durante muitos anos da minha juventude. Ainda tenho por este disco um soft-spot indisfarçável.

O Meu Pé de Laranja Lima foi lido quando era criança. Nele compreendi que a literatura exige tanto de nós que nos desarma, que nos eleva aos mais altos sentimentos e que palavras e lágrimas e riso podem misturar-se perfeitamente. Uma lição de vida!


A Mulher Pública, filme polémico, detestado por muita crítica e tolerado por outra tanta, vi-o com 16 anos, talvez. Inspirado num romance de Dostoevsky, este filme realizado pelo maldito Andrzej Zulawski, mostra a loucura das personagens à procura da sua arte, o desgaste físico e mental de quem está vivo na pele dos outros e a insanidade de certos filmes franceses, tão do meu agrado. E tem a nudez deslumbrante de Valérie Kaprisky...

terça-feira, 29 de abril de 2008

Desafio - quem se atreve?

Um desafio! Quem se arrisca? Não custa muito, porque mesmo que custe é o custo do prazer de pensar sobre o que aqui vos peço em desafio. Por isso mesmo, não custa nada!
Aqui vai:

a
) escolher UM disco que tenha sido muito importante nas nossas vidas e sobre ele dizer algo em TRÊS linhas apenas, não mais.

b
) escolher UM livro que tenha sido muito importante nas nossas vidas e sobre ele dizer algo em TRÊS linhas apenas, não mais.

c
) escolher UM filme que tenha sido muito importante nas nossas vidas e sobre ele dizer algo em TRÊS linhas apenas, não mais.

As respostas devem ser dadas até 2ªfeira, dia 5 de Maio.

* se quiserem colocar as imagens do disco, livro e filme eleitos, tanto melhor.

** os desafiados são A Traição de Wendy, A Caixinha dos Meus Botões, As Partes do Todo, Em Bicos de Pés, Homo Zappiens, Just- a-Lazy-Cat, Meia Laranja Inteira, My Crazy Little World, Red Jan, Ideias e Bocados, e Zoo.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Em seis palavras

O desafio da Lazy Cat é escrever uma memória em seis palavras. Não é fácil, mas aí vai:
Quando beijar tinha sabor a futuro...

*
os desafiados são a Wendy,
a menina dos pés descalços
e o Jorge.


sexta-feira, 28 de março de 2008

I Blog Your Pardon

Porque é que eu tenho um blog?
Sempre gostei de escrever e durante mais de 15 anos não escrevi no papel uma única linha de texto. Não senti falta da escrita e acho que posso voltar a viver bem sem ela.
Há algum tempo atrás, eu e os meus amigos Jorge e Janeca estivemos para fazer um blog em conjunto. Isso, no entanto, nunca chegou a acontecer, e ficou-me desde esse instante a ideia de tornar possível essa realidade, embora a solo.
Quando aconteceu, gostei de ver que a mão ainda não tinha perdido completamente o jeito para lidar com as palavras. E gostei ainda mais quando as vi iluminadas no brilho do ecrã - parece que ficam mais bonitas, não é verdade? Deixam de ser apenas coisas escritas e passam a outra categoria, mais físicas, mais iluminadas, acesas, um meio simples de chegar aos outros... Sim, porque as palavras são tão vaidosas que gostam de sentir que outras como elas possam morrer de amores por aquilo que escreveram. Esse namoro sem existência de corpos (apenas o corpo da escrita, é claro) é a realidade que alimenta este blog.
Mas, enfim, assim como estas são as razões básicas que me levaram a fazer nascer o I Blog Your Pardon, estas mesmas, ou outras de sentido idêntico, poderão ditar o seu fim.
Ter a decisão sobre tudo isto faz de nós pequenos deuses, mas somos humanos e isso é que conta.

* este foi um desafio lançado pela Sofia
** a Cati, o Copo, o Red e o M&M também foram convidados, portanto vale a pena espreitar o que escreveram.

sábado, 19 de janeiro de 2008

"Desafio porque me apetece" : Sound-a-Sleep


Pensamos mais na vida quando estamos deitados. A noite tem fama de conselheira e talvez seja por isso. Talvez. Mas também é verdade que nos deitamos para dormir, descansar, para sermos verdadeiramente livres por algumas horas. Sim, é isso, para sermos livres: o coração a bater forte, contrariando a vontade do corpo que quer adormecer... Dorme coração. Continua a bater, mas devagarinho, mais devagarinho, quase parando, até não sentirmos que bates ainda...
A partir desse instante, a música é outra.


* este post é vagamente inspirado numa música que ouço desde os meus 13 anos. Chama-se Sound-a-Sleep. Está incluída no álbum Eat To The Beat, dos meus adorados Blondie. A letra diz assim:

You close your eyes and you will see
Micro-flashing neon lights
Open your eyes and you will see
It still looks like the same thing
Lie and wait for sleep and listen
To your heart beat too fast for sleep
Close your eyes and you will see
The sound asleep

I want to go, I want to go
I want to go down to go to sleep
Your frame of reference
Is my swimming pool

My, my swimming pool
Still looks like the China Sea
Pool to sea and finally
The sound asleep

Feel the muscles in your face
Twitch, relax, remembering
Everything that went down and will go down
I want to go down to sleep

Insomnia, no sleep disease
Petties parking, feed me please
Lie and wait for sleep and listen
To your heart beat too fast for sleep

(Debbie Harry / Chris Stein)


** este foi um desafio proposto pela Ki.