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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O psicadelismo está na moda


Padrão (ou padrões) da beleza feminina com sabor a passado, no tempo presente.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Humor


Depois de um início de ano trágico (ver post anterior) há que olhar com sentido de humor para as coisas que mais nos agradam no mundo. Mesmo que uma certa ideia de autocensura permaneça. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Arte Plural

A arte plural: ora contempla os olhos, ora contempla os ouvidos.

(Tarsila do Amaral, Abaporu, 1928)



Gui Boratto, Abaporu, 2014)

domingo, 5 de janeiro de 2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

O tempo não pára!


Não há margem para indecisões. 
O tempo não pára, e as indicações são bem precisas.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Diálogos

(fotograma de Vivre Sa Vie, de Jean-Luc Godard, filme de 1962)


Não pode ser por acaso. Estas imagens são dialogantes, mesmo estando separadas por mais de 50 anos.



(capa de disco, de 2013)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Jane Fonda

Ontem vi, pela primeira vez, o filme La Curée (Queda no Abismo, na edição portuguesa), de Roger Vadim. E com isso, confirmei uma ideia antiga: poucos terão sido os rostos que igualaram em beleza e encanto, o de Jane Fonda. Sempre maravilhosa, mesmo quando espelha a loucura que se apossa dela, no final do filme. Roger Vadim soube sempre escolher as suas mulheres, e há nestas linhas alguma inveja, mesmo que inocentemente expressa. A beleza metafísica de Jane Fonda merece que se clique na imagem deste post. E que, em seguida, se respire fundo...



sábado, 2 de novembro de 2013

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Lembrando Canções (XVI)


Queima, Baby - 14 Bis

(frames do filme Fahrenheit 415, de François Truffaut)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Fugir (um pouco) à ditadura das estações

(clique na imagem)

Tenho, desde criança, a sensação de que o outono apenas começa a 1 de outubro. É mais do que sensação, é uma íntima certeza que os livros nunca comprovaram. Paciência! Para mim, essa é a verdade que interessa. Depois é só seguir em frente até ao inverno.