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sábado, 25 de maio de 2013

♪♪ Julian, Dick and Ann, George and Timmy the dog ♪♪



Sim, passaram muitos anos. Não há mistério nenhum nisso, pois não?



* em ambas as imagens falta o eterno Timmy

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Os Dias da MadreDeus



O primeiro trabalho dos Madredeus já tem 25 anos (quase 26, para ser mais exato), e dei conta disso há poucos minutos atrás, antes de iniciar a escrita deste post. Ouço-o enquanto alinhavo estas linhas. Afinal, paradoxalmente, o tempo parece não ter passado tanto assim, uma vez que recordo com perfeição quase todos os sons, quase todos os versos deste disco. Há muito que não ouvia Os Dias da MadreDeus, e hoje percebi que nem sequer o tinha em cd, quando o descobri numa loja em segunda mão, que costumo frequentar. Trouxe para casa o disco, e um punhado de memórias do tempo em que surgiu, em 1987. Recuei ainda mais um pouco, até aos tempos de liceu, e lembrei-me da Teresa Salgueiro, aluna (como eu) do Liceu Nacional de Queluz. Lembrei-me também do Franciso Ribeiro, que conheci mais tarde, quando os Madredeus se lançaram na aventura de se tornarem grandes e famosos, por intermédio de uma amiga e colega de faculdade que o conhecia desde criança. Assisti aos seus primeiros concertos, certo da grandeza daqueles artistas, e pressenti a importância histórica de estar ali naqueles momentos. Mas o tempo foi mesmo passando... O Francisco faleceu, a Teresa já não canta nos Madredeus, mas ainda estão bem juntos quando ponho a tocar os primeiros acordes d'As Montanhas, ou quando ouço os primeiros versos d'A Sombra, primeiras faixas do magnífico Os Dias da MadreDeus



(Pedro Ayres Magalhães, Rodrigo Muñoz - depois conhecido como Rodrigo Leão -, Gabriel Gomes, Maria Teresa Salgueiro e Francisco Ribeiro)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Intemporal (III)


''Eyes that tell me ''baby, you don't need no invitation"
Let me smoke another cigarette before I make a move''

* versos da canção No Imagination, de Plastic Letters

domingo, 20 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Intemporal (I)

Só eu ouço perfeitamente a tua voz há mais de 30 anos!

* este post é o primeiro de uma curta série, e sobretudo uma homenagem aos Blondie e a Debbie Harry.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Uma estrada sem sentido

Um dia destes sairei à rua com o entusiasmo que tinha há muitos anos, e que se perdeu como se perde alguém ao virar uma esquina. Talvez assim as surpresas sejam outras, não as de sempre, não as comuns, antes aquelas de que me lembro tão bem, uma colega bonita, um passeio a dois, uma sessão no São Jorge depois de uma viagem a fugir dos picas, na linha de Sintra. Ao virar a esquina serei quem sempre fui, uma vez mais, os John Smith azuis nos pés, as calças de ganga gastas, a t-shirt branca com letras que diziam GREEN no branco do tecido e de que me lembro tão bem, logo eu que sempre fui RED, clubisticamente falando. Um dia destes aventuro-me a ser um bocadinho mais feliz, e a jogar à bola uma tarde inteira sem querer saber da hérnia que me atormenta tantas vezes, saio determinado a comprar um LP que ouvi na rádio com o dinheiro que poupei evitando palmiers e outras delícias da Gramel, essa mítica casa que vendia sonhos no Monte Abraão em forma de massa folhada, doce de ovos e açúcar por cima. Depois, ao princípio da noite, regressarei a casa fazendo o caminho inverso, pelas mesmas ruas, e cruzarei de novo a esquina que me devolverá ao que sou hoje. Despedir-me-ei da colega bonita, porei a t-shirt para lavar, e antes de descalçar os ténis pegarei na bola, triunfante, chutando-a até a perder de vista, mas com a certeza que alguém, com uma t-shirt branca e ténis azuis, a apanhará, vinda do alto como se viesse de um outro tempo, e a colocará no centro do campo para que um novo jogo possa começar.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Space Invaders



Lembra-se deste jogo? Então jogue lá uma partidinha...

Teclado a utilizar:
seta da esquerda - para a esquerda
seta da direita - para a direita
tecla de espaço para disparar
P para pausa
Q para desistir
M para tirar o som

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Play Me

Pac-Man made by Neave Games

Quem nunca jogou PacMan não sabe o que perdeu.

Nos 80's não havia jogo melhor!


* use as teclas das setas do seu teclado.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Barbapapa

Era muito miudo ainda quando os Barbapapas entraram na minha casa. Lembro-me ainda tão bem da música e do facto deles serem capazes de ganharem formas inusitadas, moldando-se a qualquer situação. Gostava dos bonecos, das cores, da inocência de todas as suas aventuras. Deixo-vos aqui, para melhor se recordarem dos tempos em que não existiam Pokémons, Digimons ou bonecos assim. Os Barbapapas são franceses, o que lhes dá ainda um outro élan, n'est-ce pas?


Este é o Barbatinta, o meu preferido. Se já não se lembra bem de toda a família, veja-os aqui.

E este era o genérico que introduzia as aventuras dos Barbapapas:



segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Over the rainbow...

The Rainbow Connection



Why are there so many
Songs about rainbows
And what's on the other side
Rainbow's are visions
They're only illusions
And rainbows have nothing to hide
So we've been told and some chose to
Believe it
But I know they're wrong wait and see

Someday we'll find it
The Rainbow Connection
The lovers, the dreamers and me

Who said that every wish
Would be heard and answered
When wished on the morning star
Somebody thought of that
And someone believed it
And look what it's done so far
What's so amazing
That keeps us star gazing
What so we think we might see

Someday we'll find it
That Rainbow Connection
The lovers the dreamers and me

Have you been half asleep
And have you heard voices
I've heard them calling my name
Are these the sweet sounds that called
The young sailors
I think they're one and the same
I've heard it too many times to ignore it
There's something that I'm supposed to be

Someday we'll find it
The Rainbow Connection
The lovers, the dreamers and me

* Nunca fui grande apreciador d'Os Marretas, mas lembro-me de ver o programa em que entrou a minha adorada Debbie Harry. Hoje apeteceu-me recordar essa alegria...

* esta é a letra original da canção The Rainbow Connection, de Paul Williams. A dupla que aqui a canta não a segue à letra...

terça-feira, 8 de abril de 2008

PEZ

A marca Austro-Húngara PEZ comemora oitenta anos de existência. Os famosos pocket mechanical dispensers fazem parte do imaginário de todos nós. Quem nunca comeu um Pez é marciano, seguramente. Desde pequeno que tenho um fascínio por esses objectos e pelos sabores dos seus candy. Ao longo dos anos fui guardando alguns. São irresistíveis. Por isso merecem destaque neste espaço. Vai um Pez? Não se acanhem. A menina oferece...

terça-feira, 25 de março de 2008

Jogos da vida

Nunca fui de jogos de computador ou coisa que o valha. Mas ontem, ao passar os olhos por uma revista do fim de semana, dei com a imagem que ilustra este post. E lembrei-me dos meus vizinhos do lado. Tinham um Spectrum e isso era quase o paraíso. Gostava mais de os ver jogar do que de jogar. Sempre me faltou o jeito para comandos e botões, mas divertia-me imensamente quando o desespero lhes invadia a alma ao lerem no écran a mensagem mil vezes repetida em cada dia:

" TAPE LOADING ERROR"...

E por causa desses erros, ainda hoje creio que nesse tempo os dias eram maiores.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Reencontro


Teria 13, 14 anos, não mais.
Lembro-me perfeitamente da tarde em que ouvi Joyce pela primeira vez. Em casa da minha amiga Teresa Ouro - (há quantos anos não a vejo nem sei dela?), os sons de Feminina fizeram-se ouvir e o fascínio foi imediato. Depois, a faixa Clareana fez o resto. Estava perdido de amores por este disco. Por este, apenas. Depois disso a cantora e intérprete brasileira nunca mais me fascinou. Ou, pelo menos, nunca mais como naquele dia, naquele quarto, na companhia de uma outra amiga (há quantos anos não a vejo nem sei dela?), de nome Lena.
Cerca de 25 anos depois, Joyce reaparece na minha vida. E uma vez mais com o mesmo disco... Difícil de encontrar nos dias que correm, este trabalho de Joyce não perdeu qualidades. Continua a soar-me nostálgico, mágico, encantador. Exactamente como no momento em que chegou até mim, naquele quarto, naquele dia, na companhia feminina da Teresa e da Lena.
A vida, como alguns discos, tem sentidos circulares que nos enternecem.


nota: um abraço muito agradecido ao (((SOLIDOWN))), sem o qual este reencontro não teria acontecido.

domingo, 9 de setembro de 2007

Vampiros antigos


Quando era miúdo, os livros da Colecção Vampiro faziam as minhas delícias. O meu pai tinha vários lá por casa e passou a comprar mais alguns quando se apercebeu do meu genuíno interesse por essa colecção. Gostava especialmente dos de Georges Simenon, do célebre Inspector Maigret. Confesso que as capas dessas obras sempre me atraíram. Grandes nomes da pintura nacional colaboraram para o crescimento da colecção. E essas capas fantásticas foram, sem dúvida, responsáveis por ter lido as histórias dessa personagem algo soturna, mal encarada, sempre disposta a atacar mais um cachimbo, enquanto pensava nos casos que tinha para desvendar. No entanto, devem ser poucas as personagens da literatura policial com um fundo tão humano como Maigret. Duro, mas compreensivo, mesmo com alguns dos criminosos. Maigret sempre foi um policial diferente, único.
E nunca, como nessa altura, os vampiros tiveram um charme tão especial.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Os Cinco


Ando nostálgico. Talvez por isso me apeteça lembrar esta colecção de livros que me acompanharam em muitos dos dias da minha infância. Eram 21 ao todo e de todos eles tenho boas recordações. O número 2 (Nova Aventura dos Cinco) e o número 13 (Os Cinco na Planície Misteriosa) eram os meus favoritos. Talvez este último ainda mais que o anterior. Publicados pela Editorial Notícias, a colecção d'Os Cinco é intemporal. Ainda os tenho. Quem sabe os meus filhos lerão essas mesmas páginas daqui a alguns anos.
Eu bem disse: ando nostálgico.

Colour me your colour, baby


Faz exactamente hoje 27 anos que comprei este single. Era o tempo do vinil e estávamos no século passado, início dos maravilhosos anos oitenta. Nessa altura nada havia melhor do que os Blondie. Para mim eles eram o máximo.
Ela - Debbie Harry - era um pouco mais do que isso...
Ouvi os discos dos Blondie mais vezes do que quaisquer outros em toda a minha vida. E, obviamente, a minha juventude teve neles a sua banda sonora. Call Me é uma música contagiante. Um tiro certeiro para ouvidos teen. Mas, confesso, ainda hoje me rendi ao prazer de ter na mão este single. Música e objecto, ao mesmo tempo memória e paixão.
"Anytime, anyplace, anywhere, anyway..."