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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Rodelas Negras (III)
Amores antigos e recentes. O prazer de ouvir coisas que há anos e anos não ouvia. Na verdade, este regresso do vinil faz-me sentir que, afinal, a história pode repetir-se. Podemos regressar a uma passado que nunca passou, apenas permaneceu quieto e escondido numa qualquer dobra de tempo. Johnny Hallyday, os ABC, Neil Young e a Simone que sempre gostei, até começar a grafar o seu nome com uma estrela na ponta do i. Que bom tudo isto!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Rodelas negras (II)
Mais cinco pérolas da minha vida! Comprei o disco Alibi, de Manuela Moura Guedes, no dia em que saiu, e ainda hoje julgo que serão poucos a tê-lo. Ao lado, um disco que amei sempre muito: East Side Story, dos míticos Squeeze. Por baixo, os icónicos Dare!, Brasil (uma constelação de estrelas em 6 belíssimas canções), e Select, o segundo da giríssima (sigh!) Kim Wilde. O vinil está mesmo de volta!
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Rodelas negras (I)
Tenho dois ou três posts programados que lembram o passado (na sua essência), mas que são o futuro, no tempo presente. O vinil veio para ficar, assim espero, e com ele o charme das grandes rodelas negras transportadas debaixo do braço. Que encanto! Graças ao meu amigo e compadre Jorge Roque, tenho agora um gira discos (adoro a expressão assim dita, à antiga) e por essa mesma razão ando a recuperar álbuns antigos, que estavam algo perdidos na minha arrecadação. Tratar deles, limpar-lhes a poeira e a humidade, é como fazer festas ao passado. Ou melhor, carícias. Até já fiz, recentemente, algumas aquisições. O prazer desta redescoberta anima-me tanto, meu Deus! Daí a partilha, em fotos e texto. Começa agora, e sabe-se lá quando terminará.
Cds atrás, vinil à frente. O passado ultrapassa o presente, metaforicamente. Os primeiros discos que comprei de jazz estão na foto, nas pontas. Uma paixão antiga, ao meio: Hair (a banda sonora e highlights pela Original London Cast). Por cima, e teria de estar por cima, um dos discos da minha vida: Milagre dos Peixes ao Vivo, do meu queridíssimo Milton Nascimento. Perfeito!
* este post inaugura um novo tag: Vinil.
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