20 anos depois de Verdade Tropical!
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terça-feira, 13 de junho de 2017
quinta-feira, 24 de março de 2016
O Herói Discreto
Depois de me ter rendido ao livro A Civilização do Espetáculo (leitura recentemente terminada), ando agora fascinado por este O Herói Discreto. Na verdade, Mario Vargas Llosa é um velho e bom amigo com quem não convivia há já algum tempo. Com novo romance já publicado, embora ainda não entre nós, Mario Vargas Llosa continua a ser um dos meus romancistas de eleição. O Herói Discreto apenas me avivou, de novo, essa íntima certeza.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Caminhar
Ele regressa. Todos os anos é assim. Caminho atrás de ti até dia 21. Depois caminharei contigo, uma vez mais.
domingo, 6 de julho de 2014
Domingos de Azevedo
O meu pai ofereceu-me, há poucos dias atrás, o livro que a imagem documenta. Comprou um para si, outro para mim. O autor é um velho amigo do meu pai, repórter viajante do mundo, homem sempre pouco capaz de se vergar a dependências profissionais ou outras de igual melindre. Há muito que devia a si mesmo, e aos amigos, este livro. Saiu agora, pela Chiado Editora, e nele recorda momentos que a vida lhe ofereceu. Uma ou outra passagem mostram bem o que no livro se pode ler: "como jornalista / alfinetei bastantes pessoas / mas foi como se exercesse / acupunctura / alfinetei / não sangrei / foi mais como um pontapé / no rabo" (pág.210) ou ainda, "perguntou se eu era / o domingos de azevedo / de lourenço marques / ao que respondi / o que resta dele" (pág.150). Sempre teve um sentido de humor muito particular...
Ainda me recordo de ter estado com Domingos de Azevedo uma ou outra vez, na companhia do meu pai, e do momento em que recebi dois bibelots (pequenas estatuetas que havia comprado na América Latina, e que ainda hoje existem em minha casa) que, entretanto, resolvera vender, tanta seria a "tralha" que teria em casa. Depois, já adulto e vivendo na Parede, cheguei a vê-lo a andar pelas ruas da vila, onde também habitou durante algum tempo. Sei que atualmente vive em Braga, com a filha, e que já passou por melhores dias. Mas, lendo o livro recentemente publicado, percebo que a riqueza da vida continua a estar, sobretudo, naquilo que se viveu, e não no que se pode encontrar no bolso das moedas das calças que vestimos.
Mando-lhe um abraço, mesmo sabendo que não chegará ao destinatário. Afinal, o que importa mesmo é não dizer adeus.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Paixão de última hora
(terrível indecisão: é que a tua cara também se tornou um poema,
mas o livro é mais portátil, embora não contemple esse teu sorriso)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Passageiros da Neblina
"Não posso viver sem ti. A outra boca do inferno há-de engolir-me, embora não seja tão quente como a tua."
Esta é parte da mensagem enigmática que Aleister Crowley deixou, antes de desaparecer. Como se não bastasse a presença dessa figura escandalosa nas páginas de Passageiros da Neblina, ainda temos Fernando Pessoa, e Sintra, como grande cenário de parte da ação. Que mais poderei eu desejar para ler nestas mini-férias de Páscoa?
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Ele próprio, o outro
Faz 100 e 25 dias que A Confissão de Lucio (opto, por razões óbvias, pela grafia original) foi publicada pela primeira vez. Custava 60 centavos. Comprei hoje, distribuída pelo jornal Público, a edição fac-similada dessa primeira publicação. Custou-me 5.95 euros. A minha antiga edição da Ática vai ter companhia, uma espécie de irmão mais velho. Ou "Ele próprio, o outro", se assim quisermos dizer.
sábado, 16 de novembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Carta de despedida
Eu disse-vos que ando a reler Maigret, e tenho estendido a leitura a outros Simenon. Esta é uma carta assustadora, escrita para uma mãe que nunca a leu. Mesmo assim, a dura nostalgia que nela se contempla é tão dorida, tão crua e sofrida (de uma maneira pouco vista em livros semelhantes), que passa para uma outra dor, aquela que reside num leitor sensível (aliás, que leitor verdadeiro poderá não o ser?) que tanto tempo da sua vida dedicou e dedica ainda a este autor. Que terrível grande texto, este!
domingo, 15 de setembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O mundo de Enid Blyton
É o que estou a ler neste momento. Fã incondicional da autora quando era criança, não poderia agora virar costas a esta pequena biografia de Enid Blyton, mesmo sabendo (como todos saberão, seguramente) que a a senhora em questão sempre foi um ser humano censurável.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Dias de juventude
Tenho mesmo de ter este livro. O rock do Brasil dos anos 80 fez parte da banda sonora da minha juventude, e este livro de culto (agora em segunda edição) é a bíblia do assunto. Vai ser uma obsessão, enquanto não o tiver nas minhas mãos.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Lobão por escrito, uma vez mais.
Depois de uma primeira experiência em livro (Lobão - 50 anos a mil), ei-lo de volta ao texto. Polémico como sempre, Lobão é sempre garantia de boa leitura, opiniões controversas, ataques ao paraíso e ao inferno. Lobão é arrasador. É a confirmação de tudo isto que quero ter ao ler Manifesto do Nada na Terra do Nunca, da Nova Fronteira.
* o primeiro livro de Lobão teve o devido destaque neste blog. Para os eventuais interessados, é só clicar aqui
terça-feira, 30 de abril de 2013
Books and music
Aqui está uma coleção de livros que adoro, apesar de ter muito poucos. Pena que não se encontrem por cá com facilidade, isto jé para não falar em traduções. Os discos através da escrita, na série 33 1/3.
domingo, 28 de abril de 2013
Meu Pé de Laranja Lima
Depois, muito depois de ter lido o livro pela primeira vez, recordo-me de ter passado na nossa televisão de dois canais (a preto e branco, obviamente) uma novela baseada na mesma obra de José Mauro de Vasconcelos. Lembro-me bem de ter gostado do que vi, de me ter emocionado como já havia acontecido com a leitura das aventuras e desventuras de Zezé, feita anos atrás. Agora há um filme recente, deste ano, que tenho de ver. A comoção, espero, deverá ser garantida.
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