o único inferno que desejo sempre!
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segunda-feira, 15 de maio de 2017
sexta-feira, 8 de julho de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
domingo, 12 de outubro de 2014
domingo, 29 de dezembro de 2013
Fançoise Hardy
É uma frase sem tempo, e certeira como poucas: o que a juventude recusa, a idade aceita. Sou, disso mesmo, um exemplo crescente. Sempre fui um suave apaixonado pela cultura francesa, mas nunca como agora esse meu tique cultural se fez sentir. Inundo-me de filmes (vejo e revejo clássicos e autores recentes), e ouço, sobretudo, os mais interessantes nomes da atual nouvelle chanson. No entanto, como quem puxa pela ponta de um qualquer novelo, vou recuando algumas décadas, e demoro-me em alguns nomes. É este o caso. Foi considerada uma das mulheres mais belas do mundo, e com razão.
Chegou agora a vez de me enfeitiçares, Françoise Hardy!
sábado, 9 de novembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
of Montreal
(faça um clique na imagem)
Estes tipos enchem-me completamente as medidas, e ando, aos poucos, a encher as medidas da minha wall of sound* com os discos deles. Já lá moram meia dúzia, mas ainda há espaço para muito mais.
* wall of sound = nome que dou ao espaço onde guardo a minha música.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Sr. Chinarro, uma vez mais.
Apesar de já estar à venda desde fevereiro passado, Enhorabuena a los Cuatro é o último disco de Sr. Chinarro, e ando a ouvir este longa há cerca de uma semana, em repeat. Sei também que Manuel Luque dará um concerto com banda em Madrid, no próximo dia 10 de outubro. Se já fui a Londres de propósito para um concerto (Julian Cope, em 2006), posso daqui a uns meses repetir a graça. Oh, se posso!
domingo, 16 de junho de 2013
Blondie roundabout
Os Blondie andam pela Europa, e eu queria tanto voltar a vê-los em concerto! Moscovo fica um bocado fora de mão, por isso terei de esperar por um local mais próximo. Lisboa seria ótimo, por exemplo!
domingo, 9 de junho de 2013
Circuladô Vivo
O dvd de Circuladô Vivo (1992) nunca foi lançado comercialmente, coisa que sempre lamentei, uma vez que continua a ser, até hoje, um dos melhores shows que vi (e vi bastantes) de Caetano Veloso. No entanto, e por via das maravilhas da partilha da rede global, posso agora ver e ouvir o espetáculo na íntegra. Que prazer! Passados mais e vinte anos, mantenho a ideia valorativa sobre Circuladô Vivo. Uma autêntica obra de arte!
domingo, 17 de março de 2013
Para ver e ouvir
Depois de um belíssimo disco de estúdio (um disco de Caetano com a voz de Gal) eis que chega ao público o duplo registo do show Recanto ao Vivo. Enorme sucesso no Brasil, o disco que está na origem deste post passou completamente despercebido por cá (foi, no entanto, um dos meus eleitos no ano de 2011), e não acredito que o cd e o dvd (cuja capa aqui se mostra) surjam à venda em Portugal, e muito menos creio que Recanto ao Vivo chegue aos nossos palcos. É pena, se assim for. Há muitos anos que Gal Costa não se apresentava com a qualidade que este Recanto tem.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Gostava de te ver por cá, Owen Ashworth!
Há dois anos atrás anunciava aqui uma nova paixão,
mas que agora mudou de nome, mantendo-se
Owen Ashworth como peça única
desta fabulosa aventura sonora.
* e amanhã há Summer Music
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O prazer como coisa (também) tátil (II)
Este foi um disco que me surpreendeu bastante. Não conhecia sequer a banda quando Dracula Is Only The Beginning me chegou aos ouvidos, e foi paixão à primeira audição. Os Coolrunnings fazem música indie, excêntrica qb, boa para ouvir quando não queremos fazer outra coisa a não ser ouvir música, if you know what i mean... Entrou no meu top 10 dos discos de 2012, e sobreviverá a este e aos anos seguintes, estou certo disso. O prémio da melhor capa do ano transato ninguém lhe tira! Uma pequena preciosidade.
(cover artwork por Thee Ruiner)
(todas as canções por Brandon Biondo e Forrest Ferguson)
domingo, 6 de janeiro de 2013
O prazer como coisa (também) tátil (I)
Alguns pedaços de 2012 só agora me chegam às mãos. Em boa hora, mesmo assim. Ouvi muitas vezes este disco, e amei-o desde a primeira audição. Entretanto, o prazer ganhou agora uma outra forma: tornou-se tátil também. Parece-me normal fotografar o que se ama, e dar conta disso. Assim sendo, aqui fica o primeiro exemplo.
OTTO
THE MOON 1111
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
"giggity giggity"
Depois de muito tempo sem saber se alguma vez iria voltar a ter o prazer de possuir as temporadas de Family Guy que me faltavam, eis que surge um milagre de Natal: as oitava, nona e décima já por cá se vendem, e a ótimo preço. Daí que, como é bom de ver, já não me escapam. Assim posso assegurar que as férias natalícias terão um outro esplendor...
* (quem não é conhecedor da série não entenderá o título deste post)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
O passado presente
Ando preso à televisão, e isto é muito pouco normal em mim. Preso a uma novela recente, que passa todas as noites (de 2ª a 6ª) no meu moderno lcd. No entanto, o que vejo, muito para além daquilo a que assisto, é uma novela de outrora, que passava todas as noites (de 2ª a 6ª) no antigo televisor a preto e branco do tempo da minha infância. Tudo isto é tão inusitado, quanto verdadeiro! Mas nada posso fazer, porque ♪♪ eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim ♪♪...
domingo, 15 de julho de 2012
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