quinta-feira, 30 de maio de 2013

De mãos dadas com os vampiros (I)


Há muitas semelhanças entre a América dos Vampire Weekend e a América de Paul Simon. Talvez seja por isso que gosto tanto de ambos. Modern Vampires of the City é um dos meus discos do ano. Novos posts sobre o disco nos próximos dias, para ler (pouco) e ouvir (muito).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Black Angel


♪♪ And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true ♪♪

* versos da canção Into My Arms

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mojo mag


Não que eu seja fã dos Stones (que não sou, de facto), mas esta revista tem outros motivos de interesse... Ora olhem lá para o canto superior direito! 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Long live the Revolution!


Já me chegou às mãos o novíssimo Revolutionary Suicide, de Julian Cope. Ainda não tive oportunidade de o ouvir, mas saber que vou ter esse prazer proximamente dá-me um certo arrepio auditivo, digamos assim. Este duplo cd tem HH27 como referência no catálogo do próprio autor, e tê-lo completo já deveria ter merecido alguns escritos neste blog. Poderá estar para breve... Para já é tempo de rejubilar por mais um disco do meu adoradíssimo Julian Cope!

sábado, 25 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O mundo de Enid Blyton



É o que estou a ler neste momento. Fã incondicional da autora quando era criança, não poderia agora virar costas a esta pequena biografia de Enid Blyton, mesmo sabendo (como todos saberão, seguramente) que a a senhora em questão sempre foi um ser humano censurável. 



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dias de juventude


Tenho mesmo de ter este livro. O rock do Brasil dos anos 80 fez parte da banda sonora da minha juventude, e este livro de culto (agora em segunda edição) é a bíblia do assunto. Vai ser uma obsessão, enquanto não o tiver nas minhas mãos.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Poema

Que inventário se pode fazer
de um tempo que já não existe

Éramos tão novos nesta imagem
anjos em plena luz da eternidade

Era verdade tudo o que dizias
e foi talvez por isso que te riste

...

Que inventário se pode fazer
quando já nada nos conforta

Ainda que nas minhas mãos pareça
não haver vestígios de derrota

terça-feira, 21 de maio de 2013

Poema

Estou em pé
preso a esta terra
que me devora já
antes do tempo

Limito-me
a ver sonhar
os outros
e nisso passo
os dias sem
por eles passar

Sei que as
multidões dançam
à sua maneira
e não se perturbam
com a minha
ausência

Ninguém me vê
(ando transparente
há tanto tempo
que deve ser
doença)

Mais tarde
estenderei o corpo
no chão desta terra
sem qualquer sinal
de resistência

segunda-feira, 20 de maio de 2013

domingo, 19 de maio de 2013

Have you?


Eu não bebo café há muitos anos, mas toda a gente que bebe e aprecia (eu aprecio, mas não posso beber) adora um bom Starbucks. Começo a perceber a razão.

sábado, 18 de maio de 2013

I'm gonna getcha, getcha, getcha, getcha


"I'm gonna getcha, getcha, getcha, getcha"

* sempre tive mixed feelings em relação a One Way Or Another, mas há certos versos que são premonitórios, e dos quais nunca me desliguei completamente

sexta-feira, 17 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

If you know what's in the record, ask for Grant


(à procura da edição especial de 3 cds, de preferência a bom preço)

* se o título deste post nada lhe sugere, então você nunca gostou de whiskey ;-)

terça-feira, 14 de maio de 2013

Lobão por escrito, uma vez mais.


Depois de uma primeira experiência em livro (Lobão - 50 anos a mil), ei-lo de volta ao texto. Polémico como sempre, Lobão é sempre garantia de boa leitura, opiniões controversas, ataques ao paraíso e ao inferno. Lobão é arrasador. É a confirmação de tudo isto que quero ter ao ler Manifesto do Nada na Terra do Nunca, da Nova Fronteira.

* o primeiro livro de Lobão teve o devido destaque neste blog. Para os eventuais interessados, é só clicar aqui

domingo, 12 de maio de 2013

Tempo indefinido

O Senhor Stein anda cansado, sem grande força para escrever o que lhe vai na alma. Roubaram-na! É nisso que pensa, e vai meneando a cabeça em confirmação. Anda só, e surpreso com a solidão do mundo. Encontra injustiças em todo o lado, pensando nelas quando chega a casa e se descalça, sentado na cama onde tem dormido mal nos últimos meses. Antes, nesse tempo indefinido em que ninguém se importava de viver, o Senhor Stein era diferente. Acordava para o dia como se fosse dia pela primeira vez. Mas amanhã, quando acordar, pensará em tudo isto e esboçará um tímido sorriso. E nada mais o convence, que é apenas isso que é preciso.

sábado, 11 de maio de 2013

Poema

Aprendi a riscar
os dias como nomes
que deixamos
perdidos no tempo

E há verdades que
se dizem sem sabermos
que mentimos
a cada momento

(aprender é uma
arma de verdade
e arremesso)

E se quisermos há
um fim
sem haver fim
nem começo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Poema

Talvez as palavras
tragam o tempo
que não temos

A palavra sol
(mesmo que à noite)
trará sempre
o dia claro
que tantos
cantaram

Se forem mudas
não serão palavras
mas sendo audíveis
serão já
cantáveis

terça-feira, 7 de maio de 2013

Man or Astr (OO7 wo) man?


Adoro capa de discos, e começo a gostar cada vez mais de Man or Astro-Man?. Por isso, este post junta  as duas ideias anteriores num 2 em 1 magnífico. Para além de que uma das características mais interessantes das capas de alguns dos trabalhos dos MOAM? tem a ver com as referências que nelas podemos facilmente inferir, como é aqui o caso. Em vez do homem inferido, uma mulher, o que torna a imagem bem mais interessante. 

* Mission into Chaos! é um ep de 1993, exclusivamente lançado em viníl.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Um século de BD


Quero um exemplar, e rapidamente! 
(apenas estranho a ausência de Tintin na capa)

* Já o tenho, já o tenho! Consegui-o hoje de manhã.

domingo, 5 de maio de 2013

Defcon 5...4...3...2...1...


Ouvir este disco é um prazer quase desmesurado! Man or Astro-Man? é uma banda inclassificável, na minha opinião. Os seus temas são quase sempre instrumentais, cheios de nervo, estridentes, embora nunca deixem a melodia fora de órbita. No entanto, é o ritmo desenfreado que fascina e faz querer pular, saltar até cair para o lado. Vamos lá a isto, então: 5...4...3...2...1... rock on!

sábado, 4 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013