segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Vinyl's Not Dead


Depois de tantos anos de procura, Journey To Dawn chegou às minhas mãos!

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Poema

Não te importes
com os sonhos
que não te pertencem

Eles durarão um tempo inexistente
nas aspas da realidade

Procura antes os espaços invisíveis
entre as sombras do que vês
e tenta agarrar o pó das vontades
da tua imensa lucidez

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Passageiros da Neblina


"Não posso viver sem ti. A outra boca do inferno há-de engolir-me, embora não seja tão quente como a tua."
Esta é parte da mensagem enigmática que Aleister Crowley deixou, antes de desaparecer. Como se não bastasse a presença dessa figura escandalosa nas páginas de Passageiros da Neblina, ainda temos Fernando Pessoa, e Sintra, como grande cenário de parte da ação. Que mais poderei eu desejar para ler nestas mini-férias de Páscoa? 

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

domingo, 30 de Março de 2014

Na Bélgica (VII)


(onde há um menino atrevido e sem vergonha,



tem de haver uma menina a condizer)

Manneken Pis e Janneken Pis

quinta-feira, 27 de Março de 2014

Na Bélgica (VI)


Última paragem: Bruxelas. A cidade não tem grande beleza. Não fosse a deslumbrante praça central, e não deixaria grandes recordações. Muita gente (mas não demasiada, ao ponto de incomodar), muita simpatia por parte de toda a gente, contrariando o que sempre fui ouvindo a propósito dos humores dos belgas. Os últimos três dias foram passados por aqui...

segunda-feira, 24 de Março de 2014

Na Bélgica (V)


Um dos grandes momentos da viagem. Beber esta Garre foi um acontecimento (obrigado, Dick), mesmo sabendo que não se deve abusar do precioso líquido. É que 11 graus de volume deixa as suas marcas. Como não pode prová-la, repare na belíssima cor. Ah, prazer supremo!

sexta-feira, 21 de Março de 2014

Na Bélgica (IV)


A "Veneza do Norte", como lhe chamam. Achei um exagero, confesso. Bruges não precisa de aproximação à cidade italiana. Tem o seu encanto próprio por entre canais e terra firme.  

terça-feira, 18 de Março de 2014

Na Bélgica (III)


Bruges é outra coisa! Linda, parece uma cidade de brincar, com cavalos e carroças. Passear pelos caminhos de Bruges é sempre uma festa. O céu estava limpo (esteve sempre, aliás) e o frio era muito pouco. Os melhores dias foram aqui.

sábado, 15 de Março de 2014

Na Bélgica (II)


Ainda em Gent. Esta magnífica construção, assim que a vi, fez-me lembrar de outros tempos. Era miúdo, e na RTP passava uma série que me fascinou. Chamava-se Les Galapiats (Os Pequenos Vagabundos) e este castelo trouxe-me a memória dessas aventuras vividas na tv. Lembrei-me de Béatrice Marcillac (a personagem Marion), e dos suspiros que dei por ela.

quinta-feira, 13 de Março de 2014

Na Bélgica (I)


A primeira paragem foi em Gent. Bonita cidade, pessoas simpáticas,e cervejas, muitas cervejas. Le petit éléphant rose sempre a pairar por cima de mim.

sábado, 22 de Fevereiro de 2014

Rodelas Negras (III)


Amores antigos e recentes. O prazer de ouvir coisas que há anos e anos não ouvia. Na verdade, este regresso do vinil faz-me sentir que, afinal, a história pode repetir-se. Podemos regressar a uma passado que nunca passou, apenas permaneceu quieto e escondido numa qualquer dobra de tempo. Johnny Hallyday, os ABC, Neil Young e a Simone que sempre gostei, até começar a grafar o seu nome com uma estrela na ponta do i. Que bom tudo isto!

sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Altamont (a um clique de distância)


O I Blog Your Pardon! e o Altamont (music for the music generation) já estão ligados. É só clicar na imagem / logo à direita desta página para ter acesso ao melhor site de música feito em Portugal. Todos os dias há novidades, e por isso esperamos pela sua visita. Eu também ando pelo Altamont. É só procurar por mim, clicando no meu nome (Carlos Lopes) em algum dos artigos de minha autoria, e terá acesso imediato a todos os meus textos. Já são muitos e bons (digo eu). Mas o que importa verdadeiramente é desfrutar do prazer do site em toda a sua riqueza. Cerca de 30 pessoas fazem-no todos os dias, apenas para si. Não se esqueça disso, e apareça! Seja um altamontiano!




quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014

Poema

Não me agarres pela mão
agora que nada quero
do passado
ou do futuro

Não quero ser levado
ao tempo dos instantes grandiosos
nem ao indistinto
amanhã

Apenas desejo da tua mão
o cheiro intenso que ficou
dos dias com sabor a hortelã

sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Rodelas negras (II)


Mais cinco pérolas da minha vida! Comprei o disco Alibi, de Manuela Moura Guedes, no dia em que saiu, e ainda hoje julgo que serão poucos a tê-lo. Ao lado, um disco que amei sempre muito: East Side Story, dos míticos Squeeze. Por baixo, os icónicos Dare!, Brasil (uma constelação de estrelas em 6 belíssimas canções), e Select, o segundo da giríssima (sigh!) Kim Wilde. O vinil está mesmo de volta!

terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014

Poema

Nunca morei nas árvores
nem nunca habitei uma qualquer casa
nelas edificadas

Também nunca fui pássaro
e nem me fascinam
as suas asas ginasticadas

Tenho uma casa de chão
com cimento entre tijolo
de imperfeita construção

Dos pássaros apenas o encanto
de pensar voar por sobre
as casas em perfeita inação

sábado, 8 de Fevereiro de 2014

Rodelas negras (I)

Tenho dois ou três posts programados que lembram o passado (na sua essência), mas que são o futuro, no tempo presente. O vinil veio para ficar, assim espero, e com ele o charme das grandes rodelas negras transportadas debaixo do braço. Que encanto! Graças ao meu amigo e compadre Jorge Roque, tenho agora um gira discos (adoro a expressão assim dita, à antiga) e por essa mesma razão ando a recuperar álbuns antigos, que estavam algo perdidos na minha arrecadação. Tratar deles, limpar-lhes a poeira e a humidade, é como fazer festas ao passado. Ou melhor, carícias. Até já fiz, recentemente, algumas aquisições. O prazer desta redescoberta anima-me tanto, meu Deus! Daí a partilha, em fotos e texto. Começa agora, e sabe-se lá quando terminará.


Cds atrás, vinil à frente. O passado ultrapassa o presente, metaforicamente. Os primeiros discos que comprei de jazz estão na foto, nas pontas. Uma paixão antiga, ao meio: Hair (a banda sonora e highlights pela Original London Cast). Por cima, e teria de estar por cima, um dos discos da minha vida: Milagre dos Peixes ao Vivo, do meu queridíssimo Milton Nascimento. Perfeito!

* este post inaugura um novo tag: Vinil.

segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014

Poema

Acender uma vela
e vê-la até se apagar

(o tempo de uma vida a perdurar)

domingo, 26 de Janeiro de 2014

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (III)


As casas típicas da Costa Nova continuam a ter muito encanto. Viradas para a Ria de Aveiro, lá estão elas a dar cor aos dias cinzentos. Gostava de passar uma noite numa delas. 

quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (II)


Depois, seguiu-se Aveiro. Bonito, sobretudo o centro. O exagero de ser a nossa "pequena Veneza" é apenas isso: um exagero que não levamos a mal. 

segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014

Um passeio, 21 anos depois (I)


O fado (destino) levou-nos a Coimbra. E para além do centro da cidade, e de uma ou outra imagem, Coimbra (já) não tem o encanto das canções, nem mesmo "na hora da despedida"

terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Poema

São agulhas de sol
a tocar o corpo

Imaginar-me acordando
o teu corpo adormecido

A tua cara as mãos os pés
no abandono do corpo

E eu aqui perto de ti
a velar-te a contragosto

quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

I Blog Your Pardon!!!

A partir de janeiro, como já se percebeu, o I Blog Your Pardon!!! não terá mais a obrigatoriedade (por mim imposta há longos anos) de publicar um post por dia. Não se entenda, por essa causa, que o blog possa estar em vias de extinção. Longe disso. Não pretendo dar-lhe um fim, nem fazer qualquer tipo de pausa sem tempo definido de regresso. Na verdade, o tempo em que me vou distribuindo (profissionalmente falando, mas não só) obriga-me a tomar esta atitude. Por isso, fica a informação. Até amanhã, ou depois...

domingo, 5 de Janeiro de 2014

quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014

Poema

O tempo já deixou
de ser exato
quebrado que está
na agenda do ano
e nos dias
de frio insensato

Passamos com ele
até ao dia do abandono
e só aí
nesse instante derradeiro
nos unimos ao tempo
por inteiro