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domingo, 24 de março de 2013

Night Train - ideias à volta de um disco (III)


Ando em viagem com Oscar Peterson Trio, e não me canso. Estou em boa companhia. Há sempre tempo para mais um percurso, que mesmo sendo repetido nunca cansa. Ainda bem que já tirei o passe há muito tempo!  From Station to Station, cá ando eu, jazzing myself

* a referência ao disco de Bowie é propositada, uma vez que as grandes obras nunca são esquecidas

sábado, 23 de março de 2013

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Jimmy Smith (eight classic albums)

Já saiu há duas semanas, e ando doido por pensar que qualquer dia tenho-o cá por casa. Oito discos de Jimmy Smith (em 4 cds) numa só embalagem da Real Gone Jazz, é mesmo um grande motivo de contentamento. Não tenho nenhum deles, pelo que a felicidade antecipada que já sinto, ainda se torna maior. I'm freakin' out!!!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Jazz in a box!

Depois de ter passado o bulício do Natal, chegou a hora de certos deleites. Esta é uma box deliciosa, feita para ouvidos delicados. Há muito para ouvir: 25 discos (todos elogiados e históricos, como convém) prontos para cumprirem, uma vez mais, as suas missões. Vou, então, começar a festa! Com licença...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

No Sun In Venice

Este é um disco que cresce. Tem crescido em mim, e cada vez mais. Não é considerado uma obra maior do Jazz, talvez por ser a banda sonora do filme de Roger Vadim. Nunca o vi, mas gostaria imensamente de ter essa oportunidade. Tudo por causa dos seis temas compostos por John Lewis e o seu The Modern Jazz Quartet. A música que aqui se ouve é algo complexa, mas entranha-se, misteriosamente, como se entranha a mágica cidade que o título evoca. Ouvir o disco é sentir Veneza, e talvez por isso a rendição tenha sido tão absoluta.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Piano solo


Always a supreme flight and a safe landing!!!
An amazing jazz journey!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

The Incredible Jimmy Smith

Aqui está a minha mais recente paixão jazzística: Jimmy Smith!

* e esta é a capa do disco que mais tenho ouvido ultimamente, comprado em Hamburgo, na megastore Saturn.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Hank Mobley

Ah, as surpresas da vida!!! Por mero acaso, e muito recentemente, travei conhecimento com Hank Mobley. O impacto foi imediato e promete ser duradouro. É mais um nome de um gigante do jazz que se cruza com os meus tímpanos. Hank Mobley não teve uma vida fácil. A droga ditou-lhe um destino trágico, como aliás quase sempre dita. Mas, no seu legado, o saxofonista deixou-nos (sim, o plural já faz sentido há muito tempo para muita gente) presos ao vício de o ouvir com o espanto que somente os grandes merecem. Ouçam Soul Station e perceberão o que aqui vos escrevo. Para além do som, a estética de algumas capas da Blue Note Records ajudam à festa. E assim, com os sentidos à flor da pele, façamos um brinde a quem celebrou o dom do sopro que a vida lhe deu, para nosso contentamento. Cheers, Hank!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Ando a perder-me com este disco

Sim, é verdade. Blue Train, de John Coltrane, é um disco que não me sai da cabeça. Porquê? Há perguntas que não se fazem, e respostas que não deviam ser dadas. Mesmo assim, eu avanço com algumas ideias: porque me arrepia a pele; porque há sons que parecem, quando os ouço, que sempre existiram na minha memória; porque John Coltrane toca como respira e há momentos em que sou eu que fico sem ar por dentro; porque é tudo bonito, desde a capa até à medula de Blue Train; porque é sempre difícil encontrar discos de jazz que soem mais actuais do que os mais recentes; porque Blue Train me atropela sempre que o ouço. Dizer isto é pouco. Dizer mais do que isto é inútil. Blue Train é para ser ouvido com o coração nas mãos.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

The Dave Brubeck Quartet - Music From West Side Story

Este foi o meu primeiro disco de Jazz. Comprei-o em vinil, numa loja de discos de vão de escada (literalmente) que ficava na Rua do Ouro, se a memória não me trai. Lembro-me, confiando ainda assim na memória, que me custou 150 escudos. Nessa discoteca (com expositores giratórios no passeio) havia sempre bons discos de Jazz a preços apetecíveis. Comprei este, depois o Underground (Thelonious Monk) e por fim, Siesta (Miles Davis e Marcus Miller). Music From West Side Story é um disco redentor! Não há uma única faixa que não seja genial. A faixa Maria é a minha melodia favorita de todas as que o célebre músico alguma vez tocou. No entanto, apesar deste ser um disco que me marcou muito (até porque ao longo da minha vida o Jazz foi estando apenas presente em determinados momentos...) ele serve também para inaugurar aqui uma nova etiqueta: Jazzing Myself. A razão? É simples. Tenho ouvido mais Jazz nos últimos meses do que nos anos que tenho de vida. E porquê? Não sei, nem me parece que exista resposta mais esclarecedora do que a que posso agora avançar: já(zz) era tempo.

* a capa, por si mesma, já diz muito do que está por dentro...