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quinta-feira, 11 de maio de 2017

sábado, 7 de novembro de 2015

1, 2, 3, Ação!


(clique na imagem para a visualizar melhor)

O regresso de mais uma personagem mítica da BD franco-belga: Bernard Prince. Que comece a aventura. É já para a semana. Com o jornal Público, pois claro. De 11 de novembro a 27 de janeiro de 2016. Todas as 4ªs feiras. Que bom!!!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Michel Vaillant


A publicação desta maravilhosa coleção começou no passado dia 2, e tenho-os comprado e lido todos. Oito dos quinze volumes são inéditos em Portugal, o que é coisa de valor. O desenho dos álbuns mais recentes, na minha opinião, fogem um pouco ao aspeto das personagens que aprendi a conhecer desde muito novo (como está diferente Michel Vaillant em Em Nome do Filho, por exemplo!). Mas Vaillant está de volta, e isso é que importa. Espero ansiosamente por alguns, embora todos os inéditos sejam apetecíveis. Mas não vejo a hora de ter em mãos A Traição de Steve Warson, O Regresso de Steve Warson e Rali em Portugal

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Onda Septimus x 2




Já se conhecem as capas do novo álbum de Blake e Mortimer. Como já vem sendo tradição, as lojas Fnac terão direito a capa exclusiva. Ambas são mostradas neste post. Agora a escolha é sua (e minha).

* à esq. a capa comum, à dir. a capa exclusiva Fnac.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nervoso miudinho


Não é apenas o regresso de mais um álbum de Blake e Mortimer que está aqui em causa. O que acontece é que L'Onde Septimus será, tudo indica, uma espécie de continuação d'A Marca Amarela, livro publicado em 1956. Esse título, saído nos distantes anos 50, é somente o melhor de todos os trabalhos de Edgar P. Jacobs e da dupla de personagens que tão bem conhecemos, e um dos mais importantes acontecimentos de banda desenhada de todos os tempos. Por tudo isto, é óbvio que estou nervoso. Como poderia ser de outra maneira?

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

sábado, 27 de abril de 2013

Será verdade?

Também eu já fiz todas essas expressões faciais quando te li, e reli, e reli inúmeras vezes, meu caro amigo Tintin. No entanto, há dias, a minha expressão foi outra, mais profunda e sentida do que qualquer uma das que a imagem documenta. O motivo, que espero seja verdadeiro, é a notícia da possibilidade da continuação da série, como aconteceu já com tantos outros dos meus heróis da bd. Assim sendo, tal facto representa, para mim, uma espécie de dream come true. Resta-me esperar, e acreditar que a vida me pode sempre trazer a mais inesperada das possíveis surpresas.

* clique na imagem para melhor poder apreciar

segunda-feira, 4 de março de 2013

♪♪ I'm a poor lonesome cowboy ♪♪


O jornal Público dá-se bem com Lucky Luke, e isso deixa-me satisfeito. Aliás, o referido diário já fez mais pela banda desenhada em Portugal, do que todos os outros juntos. Também é por isso que gosto de o comprar, e quando surge uma nova coleção de bd, a minha gratidão nota-se. Já foram publicados os primeiros quatro números, num total de 15. Alguns são inéditos, outros há muito que não se encontram no mercado. Por tudo isto, esta nova Coleção Lucky Luke merece o meu aplauso e a minha vénia. 


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Blake e Mortimer estão de volta!


(capa original das edições Asa)

Ainda não terminei a leitura de O Juramento dos Cinco Lords, da dupla Yves Sente e André Juillard, o livro que traz de volta os meus queridíssimos Blake e Mortimer. Para já, e quanto ao enredo, não me vou pronunciar. Refiro-me apenas à capa escolhida pela Asa, uma das mais interessantes das últimas aventuras da famosa dupla de amigos. Como vem sendo tradição, a Fnac portuguesa apresenta a obra com uma segunda (e exclusiva) capa, desta vez pouco feliz, na minha opinião. Aqui ficam ambas, para que a escolha possa ser vossa também.



(capa exclusiva da Fnac portuguesa)

sábado, 17 de novembro de 2012

A Metamorfose (banda desenhada)


Mais uma (deliciosa) maneira de ler A Metamorfose, aqui pela mão de Peter Kuper. A Conrad Editora do Brasil Ltda publicou há já algum tempo esta belíssima obra, que facilmente pode ser encontrada na net. Vale mesmo a pena!

* clique na imagem para aumentar o seu tamanho.

domingo, 28 de outubro de 2012

Corto Maltese, em dose dupla e a cores


Há muito que procurava ter estas edições nas minhas mãos. Tenho, como já referi neste blog, várias edições de Fábula de Veneza, uma delas em italiano, comprada na cidade onde a ação desta fábula se desenrola. No entanto, nenhuma das obras era a cores, como a que tenho agora. A leitura desta nova edição da Fábula revelou-se, sobretudo pela novidade da cor, um prazer enorme. Para além de me colorir a imaginação, coisa que obviamente nunca me havia acontecido, esta Fábula de Veneza contém três textos muito interessantes, à laia de prefácios. Um deles, a abrir o livro, é assinado pelo próprio Hugo Pratt, e já o conhecia. Intitula-se A Herança da Minha Avó, e nele podemos seguir o caminho das memórias do autor, principalmente no tempo em que era criança, guiado pela velha senhora até ao Antigo Ghetto de Veneza, local onde descobriu gente e sítios fascinantes, como o Pátio Secreto, a Passagem Estreita da Nostalgia, ou o Serralho das Belas Ideias. Muito do onirismo da obra nasceu nesses locais, sem dúvida. Depois segue-se A Fraternidade, A.G.D.G.A.D.U. (À Glória do Grande Arquiteto do Universo), texto assinado por Luigi Danesin, sobre os meandros das grandes Lojas Maçónicas. Finalmente, antes de Corto Maltese cair do telhado de uma casa, aterrando em plena reunião secreta da R.L. Hermes, podemos ler Manifesto Maçónico, de novo por Luigi Denesin. Como não podia deixar de ser, todos os textos surgem profusamente ilustrados com imagens e desenhos de grande beleza. Trata-se, claramente, de uma edição cuidada, surgida ao público em 2004, pela saudosa Meribérica/Liber Editores, lda.
Já em relação às Helvéticas, possuía apenas uma edição francesa, e por isso ler agora o texto em português foi (quase) um ato cerimonioso. As 23 páginas iniciais (somente a partir da vigésima quinta começa, de facto, as Helvéticas) são primorosamente ilustradas por Pratt, e nelas podemos ler um texto sobre a presença de Corto Maltese em território suiço, bem como algumas informações sobre os 24 cantões desse país. Esta excelente edição é, uma vez mais, da Meribérica/Liber Editores lda, datada de novembro de 2000. Depois de lidas as páginas aqui descritas, a aventura começa, e nela se fundem sonho e realidade. As Helvéticas e Fábula de Veneza podem agora viver ainda mais em mim, mais reais do que nunca. Posso, inclusivamente, sonhá-las a cores, e isso é um tremendo privilégio! 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Como é que eu não sabia disto?


(Revista mensal do Pato Donald, nº 2409, de agosto de 2012. A história chama-se Bombom Sorriso e o Artista Liberado, feita no ano de 2003)

* clique na imagem para poder ler melhor

domingo, 22 de julho de 2012

As aventuras de Philip e Francis vão de férias


Mesmo a tempo! Esta segunda aventura de Philip e Francis (personagens que imediatamente remetem para Blake e Mortimer, de E.P. Jacobs) chegou-me às mãos no exato momento de fazer a mala dos livros para as férias. Que maravilha: o álbum e os dias de descanso que estão aí a chegar. 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Leia A Marca Amarela


Volto vezes sem conta a Blake & Mortimer, mais precisamente ao clássico A Marca Amarela. Sempre que por lá passo os olhos, regresso à minha infância, porque foi nesse distante tempo que o li pela primeira vez. Depois, e até hoje, foram-se somando muitas outras. A verdade é que não me canso de percorrer as 70 páginas que compõem a aventura mais importante de todas (e foram muitas) da dupla criada por Edgar P. Jacobs. Lembro a ideia expressa por Paiva Boléo, grande conhecedor da obra de Jacobs, a propósito do livro em questão: "Há dois tipos de leitores de banda desenhada. Os que leram A Marca Amarela, e os que não leram A Marca Amarela." E está tudo dito! Portanto, já sabe: interrogue-se sobre que tipo de leitor é, siga o conselho deste post, se ainda tem esta leitura por fazer.

terça-feira, 24 de abril de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

Adèle + 3 = 6

Apesar de já ter estes 3 livros, não resisti e comprei-os uma vez mais. Andam por aí a preço de saldo há já algum tempo (a 1 €), o que muito me espanta. São vários os livros de BD a esse preço, da extinta Witloof, e o melhor é aproveitar enquanto duram. Gosto de Tardi, e adoro a Adèle Blanc-Sec. Mesmo repetidos, estes 3 livros enchem-me de prazer!

* os únicos volumes d' As Extraordinárias Aventuras de Adèle Blanc-Sec editados pela Witloof são Adèle e o Monstro, Os Demónios da Torre Eiffel e O Sábio Louco.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O Comissário Maigret, um velho amigo (II)

Os livros de banda desenhada de Maigret que nunca chegaram a ter edição portuguesa, apesar de terem sido traduzidos em holandês, alemão, e turco. A edição original é em francês, claro está.

(o terceiro da coleção)

(o quarto da coleção)

(o quinto da coleção)

domingo, 22 de maio de 2011

O Comissário Maigret, um velho amigo (I)

Desde os meus tempos de miúdo que sempre fui cliente de Georges Simenon. Os livros da Coleção Vampiro (aos montes lá por casa dos meus pais, como já aqui o havia escrito) ajudaram-me a conhecer o célebre inspetor, e eram os únicos que lia. Sempre apreciei o lado humano do velho Maigret, e fui, ao longo dos anos, construindo uma muito considerável coleção de obras de Simenon, sendo que a esmagadora maioria delas tem o distinto comissário como personagem principal. Muitos e muitos livros, portanto. Também alguns filmes. Mas hoje, neste post, trago banda desenhada. Como fanático que sou do género, como não trazer para o blog o meu adorado Maigret? Já estava, aliás, em falta por aqui há muito tempo. A satisfação de o ver editado em português foi muita, embora cedo tenha percebido que por pouco tempo, uma vez que a coleção continuou, embora só os primeiros dois livros tiveram edição por cá. São os preços da portugalidade...
A extinta (e saudosa) Meribérica / Liber lançou a Coleção Maigret, primeiro publicando Maigret e o Seu Morto (1994), logo seguido de Maigret Arma Uma Ratoeira, no ano seguinte. Na contracapa do segundo volume lia-se que o terceiro da coleção seria Maigret e a Mulher Desaparecida, livro que nunca chegaria a ser publicado. Daí que seja apenas detentor dos dois únicos livros de bd do Comissário Maigret editados na nossa língua, e escusado será dizer que os guardo religiosamente. Com adaptação e argumento de Odile Reynaud, desenho de Philippe Wurm, e cor de Martine de Bast estes dois Maigret são obras de extrema qualidade, e já algo raros no mercado alfarrabista.

Maigret e o Seu Morto
(com cenários - vistas de Paris, por Frank Brichau)

Maigret Arma Uma Ratoeira

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Jubiabá (em quadrinhos)


As obras de Jorge Amado já passaram para as telas de cinema, para teatro, para televisão e rádio, para vinil e para cd. Em 2009, o desenhador Spacca (um dos melhores cartoonistas do Brasil) fez publicar Jubiabá em quadrinhos, como por lá se diz. Em 96 páginas, as aventuras de Antônio Balduíno fazem as delícias dos apreciadores do género. Pela Companhia das Letras.