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quarta-feira, 4 de março de 2015

Aznavour (II)



(um homem e uma mulher)


(um homem e uma mulher: na vida como nos filmes)


(a pele e o aço)


Tirez Sur Le Pianiste é um filme de culto. Truffaut deu-nos um drama policial de grande beleza, mas o que aqui importa hoje, mais do que o filme e os seus encantos, é a presença de Aznavour. O mestre da canção também fez cinema, e bem. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Peter Greenaway is back


 2015 é ano de novo filme de Greenaway, o que é, pelo menos para mim, uma excelente notícia. O filme trata dos 10 dias passados no México pelo cineasta russo, durante os quais Eisenstein realizou o documentário "Que Viva Mexico!", sobre o dia dos mortos. A par do filme (primeira boa notícia) há ainda a banda sonora, que geralmente é excelente nos filmes do realizador. A ver e a ouvir, portanto.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Olha que dupla!


Sem nunca compreender a razão, o filme Kilas, o Mau da Fita só recentemente chegou ao público no formato habitual (dvd). Vi-o no cinema quando estreou (se a memória não me mente), depois na televisão, e esperava pelo dia em que pudesse trazê-lo para casa, onde já há muito tinha a banda sonora à sua espera. Agora já fazem par, para minha grande alegria. Vi-o na passada semana, e aguentou-se bem! Será apenas uma questão de tempo até ter os outros dois filmes de José Fonseca e Costa, que também agora se encontram disponíveis: Sem Sombra de Pecado e a Balada da Praia dos Cães.

domingo, 17 de novembro de 2013

Antoine Doinel


Cada um dos 4 filmes (+ uma curta metragem) da vida de Antoine Doinel (alter-ego de François Truffaut) pode ser comprado na Fnac por 5 euros cada. Falo de os Quatrocentos Golpes, Beijos  Roubados (neste dvd inclui-se a tal curta intitulada Antoine et Colette), Domicílio Conjugal e O Amor em Fuga. Não se pode perder uma ocasião destas!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O indisfarçável charme da Nouvelle Vague

(clique na imagem)

Cada vez mais: este foi (e continua a ser) o cinema que me formou espectador. 
Merci bien.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Jane Fonda

Ontem vi, pela primeira vez, o filme La Curée (Queda no Abismo, na edição portuguesa), de Roger Vadim. E com isso, confirmei uma ideia antiga: poucos terão sido os rostos que igualaram em beleza e encanto, o de Jane Fonda. Sempre maravilhosa, mesmo quando espelha a loucura que se apossa dela, no final do filme. Roger Vadim soube sempre escolher as suas mulheres, e há nestas linhas alguma inveja, mesmo que inocentemente expressa. A beleza metafísica de Jane Fonda merece que se clique na imagem deste post. E que, em seguida, se respire fundo...



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O Bairro, ao ar livre



A Luchapa- Associação Artística e Cultural proporcionou a oportunidade de incluir "O Bairro" na sua agenda cultural de setembro. Assim sendo, dia 25 (4ª-feira), às 21:30, será projectado o filme, ao ar livre, no "Chá da Barra Villa" (Palácio do Egipto, Oeiras). A entrada é livre e quantos mais aparecerem melhor, haverá espaço para todos! O filme O Bairro foi um projeto meu e de alguns alunos da ESQM, já destacado neste blog.

sábado, 22 de junho de 2013

Erótica!


Com algum atraso aqui no I Blog Your Pardon!, embora não na realidade. Tenho vindo a comprar os dvds desta nova coleção do Correio da Manhã (mas estejam descansados, que o jornal fica sempre na banca), e embora alguns títulos já os tivesse em edições francesas e mesmo portuguesas, acho que vale a pena olhar com a devida atenção para estes dvds. Sempre gostei de Les Valseuses (1974), de Bertrand Blier, por exemplo. Ou de Storie di Ordinaria Follia (1981), de Ferreri. E estou muito curioso em relação a L'Ennui (1998), de Cédric Khan e Vers le Sud (2005), de Laurent Cantet. Como se vê, a oferta é generosa, e os filmes de qualidade. Tudo por €2,99, às sextas-feiras.

* carregue na imagem para observar melhor a coleção

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Godard (2ª sessão)


A Films4You trouxe para o mercado cinematográfico em dvd, mais um título da filmografia de Jean-Luc Godard. Trata-se de Fim-de-Semana (1967), obra muito polémica pela mistura explosiva de temáticas e assuntos, que vão desde a revolução à sociedade burguesa, passando pela célebre e longa cena simbólica do engarrafamento, até ao canibalismo. Já tinha visto Weekend (título original) em dvd numa versão francesa, e gostei bastante do filme. Agora possuo também a edição portuguesa, embora ainda não a tenha visto. É um filme algo perturbante, e por isso terei de escolher bem a ocasião para voltar a ele. Talvez num próximo fim-de-semana...

terça-feira, 18 de junho de 2013

Godard (1ª sessão)


Aos poucos, os filmes de Godard que ainda não tinham edição portuguesa vão aparecendo em dvd. Mais dois surgiram há poucas semanas, para meu grande contentamento. Apesar de já o ter em casa, a verdade é que ainda não tive disponibilidade de ver Tudo Vai Bem, com Yves Montand, Vittorio Caprioli e a minha adorada Jane Fonda. Algumas das obsessões de Godard do período 1968-1972 estão presentes no filme (os filmes, a revolução, a sociedade), e por isso não é de estranhar que Tout Va Bien seja um filme comprometido
Gosto de Godard. Sempre gostei, embora nem sempre os seus filmes me agradem. No entanto, a sua mestria (datada no tempo, dizem alguns) deixa-me quase sempre incomodadamente satisfeito. Um pouco menos quando se trata de filmes onde a ideologia política se sobrepõe à estética da nouvelle vague, como será agora o caso. Mesmo assim, viva Godard!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Lions Love


Ando desesperadamente à procura de Lions Love (1969), de Agnès Varda. Não o encontro em lado nenhum (na net) e deixo aqui um pedido de ajuda: quem souber onde poderei encontrá-lo, é favor deixar mensagem. Obrigado.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Bairro / O Assassino do Marquês


É hoje a tão aguardada estreia de O Bairro! Festa de final de ano letivo (embora não para todos), e festa do cinema feito por alunos da Escola Secundária Quinta do Marquês. Tudo começará por volta das 21.30 horas, no auditório do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras.

Mas como há coisas boas que vêm em pares, também hoje mostraremos o filme O Assassino do Marquês, igualmente feito por alunos da referida escola. Eis o cartazes!


Estão convidados todos os que terminaram agora de ler este post.

* no cartaz do filme O Bairro, a minha aluna Sofia Serra.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Famous Five


Durante muitos anos procurei uma edição decente destes Famous Five, sem sucesso algum. A série fez as minhas delícias quando passou na tv portuguesa, era eu miúdo. Apaixonado pelos livros de Enid Blyton, mas sobretudo d'Os Cinco, vivia intensamente os episódios que passavam na pequena televisão de minha casa. Agora, tanto tempo depois, um pouco desse prazer volta a ser possível: todos os episódios de todas as temporadas estão comigo, uma vez mais. Esta excelente edição de colecionador não está à venda em Portugal, nem apresenta legendas na nossa língua. mas que importa isso, se afinal o sonho se tornou realidade: a minha infância regressou com os Famous Five!


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Somos Tão Jovens


Um filme puxa outro (leia o post de ontem) e assim chego a Somos Tão Jovens, baseado na curta vida de Renato Russo, a figura principal da banda Legião Urbana. Apesar de saber, pelo que li, que o filme não dá grande destaque ao período que o fez destacar-se como figura maior do rock brasileiro, estou muito interessado em vê-lo. Como não deverá chegar às nossas salas, resta-me a net como solução. Vou já começar a tratar disso.

sábado, 13 de abril de 2013

Kitcsh Barbarella


Saudades de rever Barbarella! Há já algum tempo que ando a programar esse desejo, embora sem concretização. Tenho o dvd (aliás, tenho a versão legendada em português, e ainda uma outra sem legendas), tenho a banda sonora no meu iPod, e tenho um soft spot indesmentível em relação a todo o universo comic de Barbarella, bem como ao imaginário criado por Roger Vadim. Sobre Jane Fonda, que representa a personagem, no filme de 1968, dizer que está maravilhosa e torrencialmente sedutora é dizer pouco, muito pouco. Por isso, de hoje não passa. É dia de visitar Barbarella.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Django Unchained (fim)


Confesso que nem conhecia Christoph Waltz... Devia ter vergonha, eu sei. A minha personagem favorita de Django Unchained é Dr. King Schultz (à direita, de chapéu), sem a mínima margem de dúvida. E fica para mim mesmo a promessa de ir ver mais filmes desse portentoso ator, a começar pelo anterior filme de Tarantino, Inglourious Basterds. Por isso, só agora posso dizer: I'm so pleased to meet you, Dr. King Shultz!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Django Unchained


Vejo muito pouco do cinema produzido atualmente. Poucas vezes vou a uma sala de cinema, e quando vou é quase sempre para ver filmes de animação. Filmes com atores de carne e osso, vejo-os em casa e privilegio produções mais antigas, invariavelmente francesas, espanholas, italianas, clássicos norte americanos e pouco mais. No entanto, a minha última ida a um local de pipocas e Cola foi bastante redentora. Fui ver o novo Tarantino, o maravilhoso Django Unchained! Fiquei absolutamente rendido desde a cena inicial, e entreguei-me à pura diversão que me encantou durante quase 3 horas. Abençoadas! Algumas cenas são mesmo antológicas, como a cena do Ku Klux Klan, por exemplo. Ilariante, como poucas que alguma vez vi. Não se pense, pelo que disse, que Django Unchained é uma comédia. Não é, mas quase podia ser. Como quase podia ser um western spaghetti, ou um drama de contornos históricos bem evidentes. Mas não é nada disso. É Tarantino, e essa parece-me ser a sua melhor definição. 
Quase mesmo no fim do filme, quando todo o enredo está resolvido, e quando já se espera pelos créditos derradeiros, a última grande surpresa aparece para meu delírio pessoal, e da maior parte dos quarentões presentes, estou certo: irrompe a bom som a canção Trinity (Titoli), de Annibale e i Cantore Moderni, canção principal dos filmes de Trinitá. Que momento, meu Deus! Que bela noite de cinema! És grande, Tarantino! Muito grande mesmo!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Le Genou de Claire (em três imagens e poucas mais palavras)

Primeiro ver, sentir e ponderar. Depois, mas só quando o momento certo chega, podemos, enfim, tocar.






* pequeníssima homenagem a Rohmer, e aos joelhos do mundo

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dillinger Morreu

É um estranho objeto cinematográfico, mas muito gratificante, mesmo assim. Habituei-me a gostar de Marco Ferreri, e por isso vejo todos os seus filmes que consigo ter à mão. A compra de uma recente box com 5 das suas obras tem-me dado água pela barba, o que é sempre uma coisa boa. Há dias coube-me ver Dillinger Morreu. Um homem, uma pistola, uma mulher (aliás, duas), uma noite a preparar o impensável, e alguns tiros. É isto o filme, e claro que nada disto é o filme. Dillinger morreu, mas eu sobrevivi.

Um homem,

uma pistola,

uma mulher,

uma noite a preparar o impensável,

e alguns tiros.


(Dillinger Morreu, mas eu sobrevivi)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Top dos melhores filmes vistos em 2012


Vi muitos e bons filmes no ano que agora finda. Mais em casa do que no cinema, claro está, que a escolha faz-se melhor no aconchego do lar. Aqui fica o Top dos 10 filmes vistos (e revistos, em certos casos) em 2012, por ordem alfabética.

1. A Aventura (dvd), de Michelangelo Antonioni
2. A Corte do Norte (dvd), de João Botelho
3. A Grande Farra (dvd), de Marco Ferreri
4. As Praias de Agnès (dvd), de Agnès Varda
5. Balas Sobre a Broadway (dvd), de Woody Allen
6. É na Terra, Não é na Lua (dvd), de Gonçalo Tocha
7. Fahrenheit 451 (dvd), de François Truffaut
8. Frankenweenie, de Tim Burton
9. O Último Ano em Marienbad (dvd), de Alain Resnais
10. Violência e Paixão (dvd), de Luchino Visconti

* o último filme da saga 007 estaria, muito possivelmente, nesta lista, tivesse eu tido a oportunidade de ir vê-lo ao cinema, mas a verdade é que não fui...