terça-feira, 20 de maio de 2008

Poema

A mão recolhe o pó da existência
peneira o tempo
e com ele brinca
até ser noite

Depois
num impulso cego
e ternurento
lança o que sobra
ao céu
e descobre o firmamento

7 comentários:

Rute disse...

Foi lindo fechar os olhos e ver isso a acontecer!

Cati disse...

Uma mão cheia de sonhos. Uma mão cheia de estrelas...

S. disse...

Ena! Este blog agora dá música à gente!!! :]

Raimundo_Lulio disse...

Este blog está cadavez melhor!

Anónimo disse...

Pó de Estrela... o título poderia ser pó de estrela...
Excelente poema!
Boa música!
Beijinho e chá :)

Anónimo disse...

E agora sabia bem ficar deitado a apreciar todo esse firmamento!

Abraço

Jorge A. Roque disse...

Um belo poema com banda sonora a preceito.
Abraço, amigo