domingo, 15 de fevereiro de 2009

Poema

Que tamanho tens agora
que me pareces tão eterna
agora que te passeias nas nuvens
e relembras os dias antigos
num sorriso indefinido?

Que canção embalas no teu sono
para me teres acordado agora
de cabeça erguida
a vislumbrar o céu?

Onde se esconde aquilo que vejo
aquilo que ouço
aquilo que sinto
e que está tão vivo
que sei que morreu?

1 comentário:

Lena disse...

qué tamaño tienes ahora que pareces eterna

Bellísimo poema, Carlos!

Un beso!