terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Também o corpo

Também o corpo se insinua. Também o corpo se mostra aos mais atentos. Na penumbra dos olhares, o corpo manifesta-se por nós. Não há vontades confessadas. Apenas vontades, um desejo que por instantes esqueceu a timidez em qualquer canto, um esgar de dança por sobre a flanela quente da pele. Também o corpo vive, desesperadamente. O desespero de não ter, de não querer ou de querer tudo de uma vez. Também o corpo tem páginas de histórias por contar, páginas de histórias à procura de um leitor.

3 comentários:

Paulo Henrique Motta disse...

ah... como é bom desvendar um corpo.

ลndreia disse...

O corpo é o mais desejado... e o que mais se deseja! *

villanovaimoveis disse...

Eu quero desvendar o seu corpo Andreia,, add no msn edson_adv2004@hotmail.com
Bjus