e sinto-as moverem-se
(de tão íntimas)
debaixo da pele
dos meus sentidos
Que caminhos seguirão depois
nos versos que forem escritos?



Conheces o sabor das águas das fontes? A sua sublime frescura ? Faço-te a pergunta porque nem sempre sei dar-te a resposta pretendida. Há dúvidas que nunca nos largam, raios de sol que nunca nos atingem, arrepios gélidos que nos invadem o corpo sem que isso nos convenha. Conforme os dias, assim vai correndo o tempo que neles habita: umas vezes poeira, outras vezes água límpida das fontes que vivem dentro de nós.

Este post não é um exercício de narcisismo. Quem me conhece sabe bem que o que escrevi na frase anterior é bem verdade. O que estas linhas (e a imagem, bem entendido) representam, mais não é do que a minha vénia ao mundo da Apple: iPhone, iBook, iMac, iPod e afins. Esta imagem, de uma série de 4 que irão aparecendo nos próximos dias, foi tirada no iPhone do meu cunhado. E assim, há museus imaginários que se tornam realidade...